Parece que essa serie de posts está chegando ao fim =/

Da ultima vez foi sobre A Arca de Noé, hoje será sobre A Torre de Babel. E gostaria de ressaltar que este é o meu preferido até agora, onde, na minha opinião, este é o vídeo com mais humor.

A Terra está repovoada, tanto animais quanto os homens se proliferaram, em tamanha proporção que decidiram edificar um grande monumento, uma torre que “alcançaria os céus”.

Deus desceu a cidade que desejava fama, que desejava se tornar unica e sólida como nenhuma outra. Uma nação que não se dispersaria e se tornaria superior a qualquer outra.

No vídeo, e em algumas traduções da Bíblia, o motivo para o “castigo de Deus” foi a preocupação com a Torre que alcançaria os céus, a morada divina (que aqui toma uma característica física e não espiritual). Na Bíblia aqui de casa o motivo foi outro: o orgulho daquele povo.

Seja qual for o motivo, orgulho ou uma Torre que chega aos céus, a questão é que Deus confundiu a língua dos homens e os espalhou por todo o mundo. Agora eu me pergunto: seria a punição adequada? Será que tal decisão não afetaria fortemente o mundo até os dias de hoje?

Imagine um mundo que não é dividido por nações, onde todos falam as mesmas línguas, onde todos se compreendem, uma nação constituída por vários gênios que não estariam separados por nações ou credos, uma nação que poderia fazer coisas maravilhosas! (Coisas que vão muito além de uma “torre que chega aos céus”). Será que seria tão ruim assim??

Acredito que hoje isso já seja algo impossível. O Esperanto nunca chegará a tanto. Mesmo assim não deixo de pensar nesta utopia. Agora me digam, depois de confundir as línguas e separar os homens… não será dai o inicio interminável de disputas territoriais? Quantas batalhas o “Povo de Deus” não teve que enfrentar para chegar a Terra Santa? Quantas das “falsas religiões” não surgiram pela diferença de crenças que foram brotando com o tempo? Quantas guerras/batalhas/rixas não começaram porque as partes não “se entendiam”??

Bem, a questão é que é fácil “culpar o diabo”, culpar a “natureza humana”, mas é errado culpar o Todo-poderoso “Alguem”.

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